Nascido em 1972, Anton Szigovski, ex-combatente na guerra da Bósnia, sobrevive às atrocidades do conflito para em 1996 se estabelecer em Sarajevo. Ainda jovem, Szigovski parte em busca dos sonhos de uma adolescência perdida. É com Milenka e Katiuska Blasibavic, duas irmãs moscovitas, que se junta com o objectivo de criar o quarteto dos ferrinhos de Sarajevo. Ao trio junta-se ainda Andrey Susic, o aclamado mestre do berimbau. Estava assim completa a fórmula para o sucesso do grupo. Após um belo par de anos onde se celebrizam como o maior sucesso do final do milénio no seu país, Szigovski sente necessidade de expandir horizontes. É assim que decide fazer as malas em busca dos melhores sons da world music. Depois de Perú, Vietname, Mali e Reboleira, Svigovski retorna a casa e elabora esta preciosa mixtape. Isto podia ser tudo verdade ou então uma grande mentira. Senhoras e senhores, aqui ficam os melhores sons da SEMANA SEM FRONTEIRAS.
Silêncio. Porque aqui há saudade. E é de mãos dadas com a saudade que começo este artigo. Saudade de uma Cesária que já não volta, saudade de uma Cesária que nos deixou uma história para contar. E é isso que vamos fazer, conta uma história, a sua história.
História que nos faz recuar aos anos 40, quando em Cabo Verde nasce a que viria a ser a diva dos pés descalços. Cesária Évora nasce em seio musical. O pai Justino, chefe da casa, tocador de cavaquinho, violão e violino incutiu-lhe o gosto pela música e a mãe Joana, que era cozinheira, foi mais que isso, foi a sua conselheira de vida. Com mais quatro irmãos e aprendendo, mais tarde, a ser mulher com a avô, Cise, para os amigos, viveu sempre num ambiente perfeito, e para ela, na terra perfeita.
Filha da terra cabo-verdiana, é nela que dá os primeiros passos. Concertos pelas ruas, acompanhada pelo seu irmão ao saxofone, pequenos espectáculos no seu bairro davam a conhecer ao povo o seu talento. Cesária ao longo da sua adolescência conheceu várias pessoas que lhe foram ensinando o morna, o tradicional género musical oriundo de Cabo Verde, que curiosamente significa lamento. E foi no morna que Cesária se encontrou e começou a ser conhecida, como a rainha do morna. Trabalhando aqui e ali e com a independência de Cabo Verde pelo meio, o seu percurso musical não estava a tomar o rumo que a própria teria traçado, maioritariamente a nível financeiro. Frustrada e cansada, Cesária deixa de cantar e entrega-se ao álcool. Foram dez anos de silêncio e a lutar contra o vício.
Mais tarde, a rainha do morna acaba por se recompor, aparentemente, e volta a aparecer com o incentivo de Bana, um músico e empresário cabo-verdiano exilado em Portugal. Bana traz Évora para Portugal para alguns espectáculos, e é aqui que os portugueses começam a apaixonar-se por Cesária. Pouco depois, muda-se para Paris e lá grava um álbum chamado A diva aux pied nus. Paris acolheu a Rainha do morna como se ela fosse a rainha deles, e acabou mesmo por ser. O seu álbum Miss Perfumado, em 1992, foi o confirmar de um amor recíproco. Cesária torna-se conhecida mundialmente já com os seus 40 e alguns anos, vencendo uma série de prémios internacionais. Cesária Évora deixa-nos fisicamente, em 2011 aos 70 anos de idade mas a rainha nunca será esquecida. Temas como Amor Di Mundo, Lua nha testemunha, Africa nossa, Partida e, claro, Saudade correram e ainda correm o mundo.
Évora, apesar da sua internacionalização, trouxe sempre no seu peito Cabo Verde, não só no estilo musical mas também nas suas letras. Letras que nos transportam para o seu universo, que nos fazem sentir o lamento que a própria carregava nos ombros, um lamento não só da vida difícil que levou, e do caminho longínquo que teve de percorrer, mas, principalmente, o lamento de ter sido necessário abandonar cedo aquela que era a sua terra por falta de reconhecimento daquele que era o seu povo. Tarde mas a tempo, Cise conseguiu pôr o mundo sobre os seus pés descalços, inspirando muitos a serem como ela, a cantarem descalços, a divulgarem o morna e a juntar mundos. Hoje o seu povo orgulha-se dela, orgulham-se dela ser deles. Mas nós também sentimo-la um bocadinho nossa, e o orgulho e o respeito são inquestionáveis. Cesária quis que nos juntássemos, e nós vamos sempre lembrá-la juntos.
Não há melhor maneira de começar uma crónica (?) do que dizendo o que já milhões de vezes foi repetido pelos míticos sabedores e poetas desse vasto mundo que é o da música, mas a originalidade escasseia e como eu não sou o Rui Miguel Abreu não tenho histórias de vida tão interessantes quanto isso para contar: toda a gente sabe que os rótulos conseguem ser por vezes a mais inútil, relativa e abrangente forma de categorizar música. Ainda assim parece que todo o mundo os adora porque secretamente cada um de nós tem aquele desejo secreto de cunhar o nome do novo género da moda tipo Chillwave. Glo-fi. Witch House. Transcendental Black Metal. Post-dubstep. Ah, estes bloggers musicais do caralho, sempre a inventar rótulos para modas que morrem passados seis meses.
Voltando à parte do "abrangente", falemos do tema desta semana especial do EDLTD: a música do mundo. Não é um termo que tenha necessariamente perdido o seu sentido, mas na sua definição geral engloba um conjunto tão grande de géneros e influências que transforma o acto de definir o som mais característico duma certa banda num desafio impossível. Porque pôr no mesmo saco sonoridades tão díspares como o afrobeat, balkan music, cumbia, raga e até fado é, no mínimo, ingrato e por isso é que fazer um artigo sobre música do mundo em geral é tão complicado. Não se fala somente de um género, de uma sonoridade, de um contexto específico.
A riqueza da arte está não só na sua forma mas também no seu significado. Falar de World Music é falar de elementos musicais intrínsecos à cultura de cada país, região ou sociedade, de raízes inseparáveis que lhe conferem uma identidade e um retrato de um tempo. Ouvimos nos ritmos e sons de cada género essas origens, razões, histórias e limitações que fazem as pessoas que os tocam desde Tinariwen a Mariza. Ou pelo menos o resultado das suas influências.
Numa época em que a globalização se impõe de forma sufocante é bom fazer do lugar pequeno que o mundo se tornou também um espaço de partilha de conhecimento, de identidades e culturas. Conhecê-las através da música é juntar o útil ao agradável. Se se perde tanto tempo em busca do novo sonzaço da moda ou aquela cena que está aí a bombear, porque não absorver aquilo que muitas vezes acaba por ser a sua origem um bocado melhor?
Ou então há também quem se esteja a cagar para isso e curta sentir um Kusturicazinho para descomprimir. Nada contra. Boa música é e será sempre boa música.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Para ouvir fica Ali's Here, de Ali Farka Touré. O álbum chama-se Niafunké (1999).
Nos dias de hoje, não há muita coisa
que possamos dizer que esteja a crescer para os lados da Grécia para além de:
juros, contestações e nuvens de gás lacrimogénio, mas, se procurarmos bem,
encontramos outra coisa, a música saborosa. Depois de muito vasculhar,
encontrei os cipriotas Antonis Antoniou e Lefteris Moumtzis que, juntamente com
o Anglo-Chileno Colin Somervell, formam os Trio Tekke.
E agora perguntam-me vocês: “Mas
que raio é que a Grécia têm a ver com um anglo-chileno e um par de cipriotas?!”
E eu respondo-vos: “É Rembetika pessoal!” Ou melhor, Neo-Rembetika. “Rebenta
quê?!”. Música tradicional grega!
Este estilo de música de nome
difícil, chega-nos de pai e mãe incógnito (professores com monóculos afirmam
que a origem mais provável esteja nas antigas cidades da ásia menor), muito por
causa do género de pessoas que a fizeram nascer. Com os inúmeros conflitos e
confusões que envolveram os Helénicos e os seus vizinhos, o país viu-se sempre
com mãos-cheias de emigrantes e exilados que vinham de vários sítios diferentes
e, como eram muito pouco instruídos, nunca iam muito à bola com os géneros de
música mais erudita, como tal, “montaram-se no cavalo”. É verdade, estas
franjas da sociedade da altura, reuniam-se em tekkes (daí o nome do trio), ou, por outras palavras, em salas de
chuto, onde partilhavam os seus dissabores ao som de bandolins e de vozes
reconfortantes.
Durante muito tempo este tipo de
música foi proibido, e foi perdendo gás, mas com o passar dos anos e com o
mudar das mentalidades, voltou a espreitar e a mostrar-se de novo. É aqui que
entram os Trio Tekke.
Criados em 2005, os Tekke, ainda só
em formato de duo (Lefteris e Antonis), estudaram este género de música e
procuraram torná-lo mais “Século XXI”. Foram inovando aos poucos, mas foi com o
novo membro, Colin Somervell, que ganharam mais contemporaneidade, muito graças
à introdução de um titânico contrabaixo. A partir daí, foram conjugando os seus
estilos musicais favoritos como reggae e jazz com o da tradicional Rembetika,
produzindo um stock considerável de malhas muito, muito fixes.
Lançaram o primeiro disco em Setembro
de 2009, intitulado Ta Reggetika,
que, apesar de ter letras completamente indecifráveis para quem não fale grego,
vê-se cheio de significado nos instrumentais emotivos, onde as cordas reinam. O
segundo álbum, Samas, ainda a cheirar
a novo (saiu em 2011), tem sido recebido com excelentes críticas, recebido
vários prémios, de tal maneira que já afirmam que será os mentos na coca-cola
dos Trio Tekke, levando-os mais além.
Na minha opinião, acho que estes
companheiros têm muito que se lhe diga. São muito versáteis, fazendo de cada
faixa quase um mundo em si, que, para além de nos colocar diretamente na nossa
própria casinha branca e azul dos montes gregos, têm um travo a caril e a arroz
chao-chao, mostrando as lascas de oriente que a Rembetika original tinha. Juntam
na perfeição o velhinho com o novo, fazendo jus ao neo-Rembetika, e mostrando
que no Olimpo da boa música não há crise que entre.
É difícil não se ver o termo
world music como uma ideia imperialista tal é o esforço que faz em lembrar que
música fora do eixo Inglaterra-Estados Unidos é também ela música deste mundo. Esta
não deve ser olhada com o mínimo desdém pois encontra dentro de si um peso
cultural que nos vale uma viagem aos cantos mais recônditos deste planeta. Como
quando ouvimos um qualquer rancho djibutiano, de pronto imaginamos as vestes tribais, o cheiro a terra, as
danças da chuva: a world music leva-nos lá, onde ela pertence.
A somar a tudo isto, é fácil encontrar
na sua imensidão, um sentimento que une toda a sua diversidade: a alegria. Contemplem
uns Gogol Bordello, um Omar Souleyman ou um Emir Kusturica, recentes heróis nos
palcos nacionais, mas também hits como a Macarena,
a La Bomba do grande King Africa ou
até os eternos O-Zone que com Dragostea
Din Tei bombaram mais que ninguém, e veja-se que já dançamos ao som da
world music praticamente desde que aprendemos a andar. Podemos é não ter muita
noção disso e como tal, aqui fica mais um convite para esta comemoração.
Directamente da Terra Santa, os
Boom Pam transpiram a mesma energia libertária que a world music tende a
transpirar. Festim, festa, festival, festança são o hino de uma vida para
gentes para quem a pobreza é o pão nosso de cada dia. Este trio israelita vai
buscar tudo isso e, como não podia deixar de ser, pede a mão ao pai Kusturica, em
influências por demais evidentes na
sonoridade estonteante e alucinada, a ritmo de circo e com muita vinhaça à
mistura.
Os Boom Pam são filhos herdeiros
desta celebração, mas acontece que, nos tempos da sua juventude acabaram por
mergulhar em álbuns de The Ventures ou de uns Led Zeppelin e deu nisto: uma
amálgama de forças que os encaixam exactamente como músicos do mundo. Activos
desde 2003, contam já com três álbuns editados. De Tel-Aviv declamam acelerados
versos num hebraico absolutamente indecifrável, ainda que dando, muitas vezes,
espaço a temas instrumentais onde somos brindados com um experimentalismo que
mais parece uma brincadeira de crianças.
Se o termo world music faz
realmente algum sentido, é em música que vai buscar elementos de diferentes
lugares, indiscriminadamente mais americanizados como a guitarrada de Uniton ou o rock musculado de Hatul VeHatula que em nada envergonharia
uns Black Keys, ou as mais balcânicas Sabalé
ou Souvlak guiadas pela tuba e pelos
ritmos que a caravana da família Bordello há muito nos habituou. Há muita
coisa, mas no fundo, há um groove
viciante, um depósito atestado a cada álbum que carbura este motor israelita de
200 cavalos sem parar. Com coisas destas, quem disse que o rock tinha morrido?
Não se trata de flautas encantadas onde as serpentes
saltam bêbedas em ópio e especiarias. Apesar do som oferecido por Selda
relembrar o Grande Bazar Turco onde o chá e as delícias turcas é o que está a
dar, o som não é tão nostálgico como parece. As guitarradas de uma senhora de
hoje 64 anos, perseguida durante os anos 80 pelas músicas de cariz político são
dignas de atenção, por vezes até lembrando as composições de Fateh Ali Khan
(embora lá do outro lado, numa terra distante de nome Paquistão). Mas deixemos
o Médio Oriente e voltemos para Bizâncio, sitio bem mais agradável nos dias que
correm.
Se pudéssemos acordar com o som de Selda às quatro da manhã em vez dos cânticos proféticos islâmicos em alto e bom som espalhados (graciosamente) pelas mesquitas e por toda a cidade seria bem mais agradável. Temos a impressão de entrar numa esfera estranha a que não pertencemos mas é essa estranheza que prende. Uma cantora do género típica (imaginemos uma Stevie Nicks mas a sul do continente africano) que pertence realmente ao estilo da world music: uma mistura genial entre o ocidente e o oriente, que condiz com a própria natureza da Turquia.
Enfim, ser oriental por um dia e rendermo-nos aos estereótipos e representações feitas por ocidentais de um mundo para muitos esquecido não parece ser assim tão mau, pelo contrário. O som amargo do povo turco, como ela própria se apelida, tem cerca de 22 álbuns sem contar com singles e compilações.
Instrumentos tradicionais da Turquia tornam-se companheiros da guitarra e da bateria provocando oscilações no tom da música, obviamente intencionais. Para iniciados: Vurulduk Ey Halkim Unutma Bizi mais próximo do folk tradicional, mas se alguma vez chegarem a Selda, verão esta senhora na sua maior potência (mascarada de uma voz feminina mas forte nas palavras) das sonantes batidas.
Vurulduk Ey Halkim Unutma Bizi é composta por músicas mais calmas numa voz mais doce e ponderada: Eco’ya Dönder Beni e Zamani Geldi são o mais simples exemplo dessa faceta. Todo o álbum vai na mesma direcção e para os amantes da calmaria com um “twist” este é o mais indicado. Selda já é para aventureiros ou como muitos diriam “pessoal esquisito, ou meio hippie”. Tal opinião assume-se (erradamente) quando se misturam sintetizadores, guitarras com efeitos, baterias, vozes ampliadas e mais agressivas e uma boa dose de direitos de autor violados por Mos Def. Ince Ince, que têm uma das melhores partes do álbum, foi a disputa de uma guerra entre Mos Def e Selda Bagcan pois o cantor supostamente terá utilizado uma parte da música da cantora em Supermagic – e um trecho facilmente reconhecível para os fãs de Selda. Juntando a Ince Ince temos mais um exemplo semelhante à anterior. Meydan Sinzidir traz Bagcan num gigantesco megafone onde a voz soa de forma brilhante acompanhada por guitarras eléctricas. Mas o regresso ao tradicional está sempre presente embora rumando num caminho diferente neste álbum, como é o caso de Mehmet Emmi.
Perceber turco ou não: lamento, mas é completamente irrelevante (sem inferiorizar uma língua à muito viva obviamente). Críticas a políticos tanto na ala direita como da esquerda com palavras que falam da essência do povo turco é tudo o que precisamos de saber (embora fosse uma bem mais valia o conhecimento da língua, é certo, aqui pelo seu valor cultural e melodia da própria língua).
Selda explora-se: pode ser imediato ou não e isso dependerá de cada um. Disto não existem dúvidas: Bagcan é um verdadeiro monstro da música e da história da Turquia e uma referência na world music.
José-Manuel ''Manu'' Chao é o meu protótipo do grande artista. Longe vão os tempos de Me Gustas Tu, em que o cantor caminhava mundo fora, tendo apenas a guitarra como parceira. Da sua passagem aventureira pela América Latina aos dias de hoje, são vários os aspectos que se alteraram mas também vários os que se mantiveram, independentemente do seu sucesso pessoal, conotando-o com a coerência que, na verdade, sempre o marcou, essencialmente nas suas letras, de denúncia pela desigualdade e injustiça em vários cantos do mundo. De facto, as raízes galegas, francesas e africanas, em conjunto com a experiência na américa latina, proporcionaram ao gaulês a aquisição de muitas componentes que fazem dele, um cantor do Mundo, para o Mundo e pelo Mundo, ou não cantasse ele em três línguas diferentes; castelhano, francês e inglês. Manu Chao significa uma nova maneira de olhar o nosso Mundo, significa a denúncia pelo sofrimento, significa a união entre os povos.
Volvidos 17 anos desde a separação com a banda Mano Negra, o cantor francês está para as curvas, rejuvenescido e imparável, com a preciosa ajuda dos Radio Bemba, banda que acrescentou inquestionável qualidade à obra do cantor, sendo hoje um dos pilares em que Manu se apoia nos seus energéticos concertos, o principal cartão de visita do cantor. Acompanhado especialmente pelo talento de Madjid Fahem na guitarra, Manu Chao impõe dois ritmos distintos em concerto. O primeiro empolga qualquer espectador, com uma alteração do ritmo natural das músicas para um outro frenético, sem igual, convidando o público a uma participação de grande energia, inclusive de profundo desgaste físico. O segundo revela as suas profundas raízes latinas, com um envolvimento na Rumba Espanhola e numa outra alteração do ritmo natural das canções originais, desta vez para um formato mais acústico, de sonho! Uma mistura de grande qualidade e de grande duração (no mínimo duas horas de concerto), que certamente nem estreantes nem experientes esquecerão. Músicas como La Primavera, El Viento, Pinocchio, Clandestino e Desaparecido são intocáveis no reportório do francês.
Podendo optar por qualquer uma destas vertentes (música, mensagem ou adrenalina), é na diversidade que o cantor se tornou um ícone do nosso Mundo. Eu opto pelas três! Música, mensagem e adrenalina, por isso elejo-o como o meu protótipo do grande artista. Se dúvidas existirem, tirem-nas dia 22 de Julho em Cascais!
O Edição Limitada é um podcast, site e vlog amador com o objectivo de dar a conhecer o melhor que se faz no mundo da música alternativa criado por Diogo Lima. Aqui fazem-se reviews escritas, fala-se de novos e velhos autores, são propostos downloads de coisas novas e muito mais.
O blog conta com textos de Afonso de Sousa, Rui Paulino, Raquel Sousa, José Loureiro, João Azevedo, Tiago Ribeiro, José Guilherme Marques e António Costa.